Para potencializar a recuperação de pacientes que apresentaram complicações, a Oxigenoterapia Hiperbárica (OHB) é uma aliada para melhorar a ação dos medicamentos e cicatrizar o ferimento.

O Brasil é conhecido internacionalmente pela excelente qualidade de seus cirurgiões plásticos e por ser um dos países que mais realiza procedimentos estéticos no mundo. São quase 1 milhão de procedimentos realizados anualmente, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP); e os dois procedimentos mais realizados no país são a lipoaspiração e o implante de silicone nos seios.

Mas você sabia que, apesar de todos os cuidados que envolvem o procedimento, como a realização de exames pré-operatórios e a condução por médicos membros da SBPC, a técnica oferece riscos semelhantes a qualquer outro procedimento cirúrgico. Além de o corpo reagir de maneira diferente do esperado, adiando a sua recuperação, os pacientes estão sujeitos a reações à anestesia, queloides e cicatriz hipertrófica, bem como complicações cirúrgicas como infecções e deiscências (abertura dos pontos). Se o paciente é fumante ou diabético, os riscos de complicações só aumentam!

Principais complicações da Cirurgia Plástica
» Hematomas
» Manchas roxas
» Acúmulo de líquido
» Abertura dos pontos
» Infecção
» Trombose
» Cicatrizes deformadas
» Quelóides
» Diminuição da sensibilidade
O OHB como uma grande aliada no pós-cirúrgico

Para potencializar a recuperação dos pacientes de cirurgia plástica que foram acometidos por complicações, a oxigenoterapia hiperbárica (OHB) pode ser utilizada como uma grande aliada para melhorar a ação dos medicamentos e cicatrizar o ferimento mais rapidamente.

O que é?

A OHB consiste em um método terapêutico no qual o paciente é submetido a uma pressão maior que a atmosférica, no interior de uma câmara hiperbárica, respirando oxigênio a 100%. O efeito primário da terapia com OHB é aumentar a concentração de oxigênio na corrente sanguínea (plasma), estimulando o processo de cicatrização e combatendo infecções.

A disponibilidade de oxigênio favorece condições teciduais para que as funções de defesa locais voltem a funcionar causando um efeito anti-infeccioso e anti-inflamatório. O tratamento com OHB tem caráter complementar e deve ser usado em conjunto com todas as outras medidas cirúrgicas e medicamentosas.

Como auxilia no Pós-Cirúrgico?

A OHB começou a ser utilizada na cirurgia plástica nos pacientes vítimas de trauma ou câncer que necessitavam de cirurgias reparadoras grandes, como retalhos. A OHB auxilia na integralização de enxertos e retalhos de risco, como em áreas irradiadas previamente. Nestes casos, esta terpia é usada de maneira profilática, para se diminuir as chances de complicações.

Devido seu alto índice de sucesso, a OHB passou também a ser empregada largamente no pós-operatório de cirurgias de caráter estético (face, mama, abdômen, entre outras).

A OHB tem um papel muito importante, por exemplo, na abdominoplastia e no implante de silicone quando ocorrem isquemia e sofrimento tecidual importante da cicatriz cirúrgica, reduzindo ou interrompendo o processo de morte celular (necrose), além de auxiliar em uma recuperação mais rápida e com menos sequelas estéticas possíveis, por combater com maior eficácia as infecções bacterianas.

A OHB pode ser utilizada também de maneira profilática nos pacientes submetidos a procedimentos estéticos, tantos nos pacientes de risco aumentado (fumantes e diabéticos) quanto para pessoas saudáveis que desejam minimizar os riscos de complicações além de ter sua recuperação acelerada.

Como são as sessões?

As sessões normalmente são iniciadas no pós-operatório imediato. Em caso de complicações, a OHB deve ser iniciada o mais rápido possível para se obter os melhores resultados. O tratamento é indolor e bem tolerado e sempre deve ser feito em consenso com o cirurgião plástico do caso.

Sobre as diferentes cirurgias
A Cirurgia Plástica é a área da medicina que tem por objetivo a reconstituição de uma parte do corpo humano por razões médicas ou estéticas. Por isso mesmo, podemos dizer que existem duas grandes modalidades nessa especialidade.

» Cirurgia Plástica Reparadora

Seu objetivo é corrigir deformidades congênitas (de nascença) e/ou adquiridas (traumas, alterações do desenvolvimento, pós cirurgia oncológica, acidentes e outros), devidamente reconhecida. Pode ser necessária, também, quando existe um déficit funcional parcial ou total, cujo tratamento exige recursos técnicos da cirurgia plástica, sendo considerada tão necessária quanto qualquer outra intervenção cirúrgica.

Por meio de intervenções cirúrgicas ou não, as cirurgias plásticas reparadoras procuram aprimorar ou recuperar as funções, e ainda restabelecer a forma mais próxima possível do normal.

» Cirurgia Plástica Estética

Seu propósito é melhorar a aparência do paciente. Quando a pessoa se submete a tal procedimento cirúrgico não o faz com o propósito de alcançar melhora em seu estado de saúde, mas de aperfeiçoar algum aspecto físico que não gosta, ou seja, condições que não lhe causam prejuízo da ordem funcional, mas sim de ordem psicológica. Alguns exemplos são: alteração da forma e tamanho do nariz, orelhas e mamas e retirada de excesso de pele do corpo.

Atualmente, as duas cirurgias plásticas estéticas mais realizadas no Brasil são a lipoaspiração e o implante de prótese de silicone nos seios.

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